Geografia Brasileira nos EUA

Uma aula de geografia Brasileira,  trecho extraído do livro didático Norte-Americano “INTRODUÇÃO À GEOGRAFIA” do autor David Norman, utilizado na JUNIOR HIGHSCHOOL. 

 

Download do Artigo AquiPor: Celso Santos - Editora Abril S/A 

Um grupo de discussão na internet localizou dezessete erros no inglês, algo inadmissível num livro didático. A obra, An Introduction to Geography, de um tal David Norman, nunca apareceu, embora tenha sido feito um rastreamento exaustivo nos Estados Unidos.

A maioria dos que enviaram cópia desse e-mail a amigos o fez, claro, sem más intenções. Eles viram o mapa, ficaram irritados e, antes que pudessem refletir e concluir que se tratava obviamente de um absurdo, repassaram a mensagem e esqueceram o assunto.

Fonte:Veja - 13 fev. 2002

Também pode ser visto aqui.

 

Atenção, Forças Armadas: Corram para Roraima e Aumentem os Efetivos Militares, Já!

12/01/2009 –  Por IvoSGReis

Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós“. ( Al Gore, Vice-presidente dos Estados Unidos, 1989);

O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia (François Miterrand, 1989, então presidente da França)

A Amazônia é um patrimônio da humanidade. A posse dessa imensa área pelos países mencionados (Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru e Equador) é meramente circunstancial  ( Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, Genebra, 1992))

Há que ser seriamente organizada a defesa nacional, pois ‘não se pode ser pacífico sem ser forte ”(Barão do Rio Branco, perspicaz diplomata brasileiro, patrono do Instituto Rio Branco )

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Notas do autor: 1 – A matéria a ser exposta abaixo é polêmica, controversa e relacionada a questões cruciais de segurança nacional. Portanto, tem um caráter apenas opinativo, sob a visão particular do autor, que tanto poderá estar correta, como equivocada. O material em que está embasada, foi fruto de pesquisas e cruzamento de informações de diversas fontes e literaturas virtuais e não virtuais, existentes sobre o assunto e também de dados que nos foram enviados por alguns dos leitores e colaboradores do DDD.

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Este artigo tenta mostrar, da forma mais convincente possível, as verdades que se escondem por trás do grande interesse na demarcação “contínua” da reserva indígena Raposa Serra do Sol e alertar sobre erros cometidos no passado, quando da demarcação de outras reservas da região amazônica, inclusive no próprio Estado de Roraima, como foi o caso da reserva Ianomâmi, ou “Terras Indígenas Ianomâmi” (nome oficial), um desastroso equívoco do Governo Collor, que está prestes a se repetir quando o Superior Tribunal Federal julgar, em definitivo, a legalidade da demarcação contínua da reserva Raposa Serra do Sol. Para o desespero de todos nós, parece que mais um erro semelhante será cometido, pois 8 ministros já se declararam favoráveis à demarcação contínua.

Que fique claro, antes, que não somos contrários a que reservas indígenas sejam demarcadas, assegurando aos nativos, em suas respectivas áreas, condições de digna sobrevivência, paz e qualidade de vida, de acordo com os seus costumes e “reais necessidades” e sem submetê-los ao aculturamento oriundo da convivência ou miscigenação com os não-índios. O que somos contra, é o engessamento, por organismos estrangeiros, da nossa autonomia de decidir o que é melhor para o país e para as nossas etnias índígenas. A aceitar a imposição do julgamento que esses organismos querem dar à questão, estaremos admitindo a nossa incompetência para gerir o problema e, quem sabe, o país. [...]

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